Pela fresta... David matos.
Pela fresta da janela eu vi o seu olhar me enfeitiçar.
Sem nenhuma palavra dizer, me fazendo desviar o olhar.
A vontade que eu tinha era abrir, a janela pra você entrar.
Mas seus olhos pediam pra mim, para abrir a janela e pular.
Não sei como isso aconteceu, mas deixei meu corpo se enganar.
Quando olhei pra janela e voei, vi que o chão não estava mais lá.
Quantas vezes que eu me deixei levar.
Quantas vezes que por amor sofri.
Quantas chances eu tive pra consertar.
Agora de nada adianta, agora de nada adianta.
Vi o chão se aproximar...
A festa onde foi me levar...
A viagem em que fui me enfiar...
Como faço agora pra voltar...
Agora de nada adianta...
Quantas vezes que eu me deixei levar.
Quantas vezes que por amor sofri.
Quantas chances eu tive pra consertar.
Agora de nada adianta, agora de nada adianta.
Vi o chão se aproximar...
Só o chão que eu pude beijar...
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